A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 tornou obrigatório o gerenciamento dos riscos psicossociais nas organizações. Mais do que uma exigência legal, é uma oportunidade concreta de cuidar das pessoas com método, evidências e visão estratégica.
A empresa passa a ter que identificar, avaliar e controlar riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos, junto com os riscos físicos, químicos e ergonômicos.
Não basta declarar cuidado com a saúde mental — é preciso demonstrar diagnóstico estruturado, plano de ação e monitoramento contínuo.
A gestão passa a responder ativamente por ambientes emocionalmente seguros, com medidas preventivas documentadas.
A ausência de diagnóstico e plano pode gerar notificações, autuações e passivos trabalhistas relacionados a adoecimento mental.

Nosso diagnóstico transforma escuta, percepções e dados organizacionais em informações objetivas para prevenção, conformidade e tomada de decisão. Um método rigoroso, conduzido por especialistas em psicologia organizacional.
Conhecer para prevenir. Compreender para transformar.
Riscos psicossociais no trabalho são fatores da organização do trabalho que podem afetar a saúde mental e física dos colaboradores: sobrecarga e ritmo excessivo, jornadas extensas, falta de autonomia, metas mal dimensionadas, conflitos e assédio, insegurança sobre o futuro, ausência de reconhecimento e liderança despreparada. Quando não gerenciados, se traduzem em afastamentos, adoecimento mental, queda de produtividade e rotatividade.
A NR-1 exige que a empresa identifique, avalie e controle os riscos psicossociais dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), no mesmo nível dos riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos. Não basta declarar preocupação com a saúde mental: é preciso demonstrar diagnóstico estruturado, plano de ação e monitoramento contínuo documentados.
A avaliação de riscos psicossociais deve partir de uma escuta confidencial e anônima dos colaboradores e lideranças, com instrumento validado que mensure os fatores de risco previstos pela norma. O resultado precisa ser consolidado em indicadores por área, mapas de atenção e recomendações objetivas que alimentem o plano de ação e o PGR. É exatamente o que o Radar Emocional® da KIZUNA entrega.
A fiscalização sobre a gestão de riscos psicossociais entrou em vigor de forma escalonada, com período inicial de orientação e adequação antes da aplicação de penalidades. Na prática, empresas que ainda não realizaram o diagnóstico estão fora do prazo confortável: o recomendável é iniciar a avaliação imediatamente, porque o ciclo de diagnóstico, plano de ação e evidências leva alguns meses.
A ausência de diagnóstico e de plano de ação pode gerar notificações, autuações da fiscalização do trabalho e passivos trabalhistas relacionados a adoecimento mental, além do custo silencioso do absenteísmo, do presenteísmo e da perda de talentos.
Sim. A NR-1 se aplica a organizações de todos os portes e setores, com proporcionalidade no nível de detalhamento exigido. Empresas menores podem adotar instrumentos mais enxutos, mas continuam obrigadas a identificar e tratar os riscos psicossociais.
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